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maio 27, 2013

O código para o desafio 2 da biblio.db 

Os comandos SQL para SQLite para estender o modelo de dados da biblioteca pessoal, com a implementação de notas e de empréstimos é o seguinte:


Create table nota(id_n integer primary key, titulo text, descre text, data date);
Create table termo(id_t integer primary key, nome text, desc text);
Create table nota_termo(interno integer primary key autoincrement, id_n integer, id_t integer);
Create table nota_livro(nlivro integer primary key, id_n integer, idl integer);
Create table datas_emp(nreg integer primary key autoincrement, idl integer, n_em integer, d_ini date, d_fim date);
Create table emprestimo(n_em integer primary key, nlei integer, notas text);
Create table leitor(nlei integer primary key, nome text, nac text, tipo text);

Insert into nota values(1, 'Posição', 'trata-se de um livro introdutório sobre o tema do e-business escrito em português que, em 160 páginas apresenta os conceitos básicos do uso do digital para a condução de negócios e o que tal implica', '2013-05-22');

Insert into termo values(1, 'e-business','');
Insert into termo values(2, 'negócio eletrónico','');
Insert into termo values(3, 'e-commerce','');

Insert into nota_termo values(1, 1, 1);
Insert into nota_termo values(2, 1, 2);
Insert into nota_termo values(3, 1, 3);

Insert into nota_livro values(1, 1, 8);

Insert into datas_emp values(1, 2, 1,'2013-02-15', '2013-02-22');
Insert into datas_emp values(2, 3, 1,'2013-02-15', '2013-03-12');
Insert into datas_emp values(3, 10, 2,'2013-04-06', '2013-05-04');
Insert into datas_emp values(4, 12, 2,'2013-04-06', '');

Insert into emprestimo values(1, 1, '');
Insert into emprestimo values(2, 2, 'o livro  12 apresenta notações diversas');

Insert into leitor values(1, 'Manuel António', 'PT', 'aluno');
Insert into leitor values(2, 'Diana Alves', 'PT', 'professor');

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O código para a criação da Biblio.db 

Segue o código para utilizar no SQLite, para especificar o esquema relacional e carregar os dados utilizados no exemplo Biblio.db


PRAGMA foreign_keys=OFF;
BEGIN TRANSACTION;
CREATE TABLE livro(idl integer primary key, titulo text, lingua text, isbn text);
INSERT INTO "livro" VALUES(1,'Sistemas de Informação para Gestão','Português','9728589433');
INSERT INTO "livro" VALUES(2,'Cidades e Regiões Digitais: impacte nas cidades e nas pessoas','Português','9728830033');
INSERT INTO "livro" VALUES(3,'Informática e Competências Tecnológicas para a Sociedade da Informação','Português','9728830041');
INSERT INTO "livro" VALUES(4,'Readings in Information Society ', 'Inglês','9728830149');
INSERT INTO "livro" VALUES(5,'Sociedade da Informação: balanço e implicações ','Português','9728830181');
INSERT INTO "livro" VALUES(6,'O local e-government: a governação digital na autarquia','Português','9728589417');
INSERT INTO "livro" VALUES(7,'Informática e Competências Tecnológicas para a Sociedade da Informação 2ed','Português','9728830300');
INSERT INTO "livro" VALUES(8,'Negócio Electrónico - conceitos e perspectivas de desenvolvimento','Português','972858962X');
INSERT INTO "livro" VALUES(9,'Gestão da Informação na Biblioteca Escolar ','Português','9789899533004');
INSERT INTO "livro" VALUES(10,'A virtual environment to share knowledge','Inglês','9783639129861');
INSERT INTO "livro" VALUES(11,'Ciência da Informação: contributos para o seu estudo','Português','9789896430900');
INSERT INTO "livro" VALUES(12,'Repensar a Sociedade da Informação e do Conhecimento no Início do Século XXI','Português','9789726186953');
CREATE TABLE autor(ida integer primary key, nome text, nacionalidade text);
INSERT INTO "autor" VALUES(1,'Luis Borges Gouveia','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(2,'João Ranito','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(3,'Nuno Magalhães Ribeiro','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(4,'Paulo Rurato','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(5,'Sofia Gaio','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(6,'Rui Moreira','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(7,'Margarida Bairrão','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(8,'Judite Gonçalves de Freitas','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(9,'António Borges Regedor','Português');
INSERT INTO "autor" VALUES(10,'José‚ Dias Coelho','Português');
CREATE TABLE editora(ide integer primary key, nome text);
INSERT INTO "editora" VALUES(1,'SPI - Principia');
INSERT INTO "editora" VALUES(2,'Edições Universidade Fernando Pessoa');
INSERT INTO "editora" VALUES(3,'Edições GestKnowing');
INSERT INTO "editora" VALUES(4,'VDM - Verlag Dr. Muller');
INSERT INTO "editora" VALUES(5,'Sílabo');
CREATE TABLE escrito(esc integer primary key autoincrement, idl integer, ida integer);
INSERT INTO "escrito" VALUES(1,1,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(2,1,2);
INSERT INTO "escrito" VALUES(3,2,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(4,3,3);
INSERT INTO "escrito" VALUES(5,3,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(6,3,4);
INSERT INTO "escrito" VALUES(7,4,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(8,4,5);
INSERT INTO "escrito" VALUES(9,5,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(10,5,5);
INSERT INTO "escrito" VALUES(11,6,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(12,7,3);
INSERT INTO "escrito" VALUES(13,7,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(14,7,4);
INSERT INTO "escrito" VALUES(15,7,6);
INSERT INTO "escrito" VALUES(16,8,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(17,9,7);
INSERT INTO "escrito" VALUES(18,9,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(19,10,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(20,11,8);
INSERT INTO "escrito" VALUES(21,11,1);
INSERT INTO "escrito" VALUES(22,11,9);
INSERT INTO "escrito" VALUES(23,12,10);
INSERT INTO "escrito" VALUES(24,12,1);
CREATE TABLE publicado(pub integer primary key autoincrement, idl integer, ide integer);
INSERT INTO "publicado" VALUES(1,1,1);
INSERT INTO "publicado" VALUES(2,2,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(3,3,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(4,4,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(5,5,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(6,6,1);
INSERT INTO "publicado" VALUES(7,7,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(8,8,1);
INSERT INTO "publicado" VALUES(9,9,3);
INSERT INTO "publicado" VALUES(10,10,4);
INSERT INTO "publicado" VALUES(11,11,2);
INSERT INTO "publicado" VALUES(12,12,5);
CREATE TABLE compra(cmp integer primary key autoincrement, idl integer, valor  real, data date);
INSERT INTO "compra" VALUES(1,1,15.0,'jan 12 2004');
INSERT INTO "compra" VALUES(2,2,12.0,'set  11 2003');
INSERT INTO "compra" VALUES(3,3,10.0,'out 20 2003');
INSERT INTO "compra" VALUES(4,4,7.0,'apr 20 2004');
INSERT INTO "compra" VALUES(5,5,14.0,'jun 15 2004');
INSERT INTO "compra" VALUES(6,6,15.0,'dez 12 2004');
INSERT INTO "compra" VALUES(7,7,10.0,'out 26 2003');
INSERT INTO "compra" VALUES(8,8,15.0,'dez 10 2006');
INSERT INTO "compra" VALUES(9,9,15.0,'mar 10 2007');
INSERT INTO "compra" VALUES(10,10,75.0,'fev 5 2009');
INSERT INTO "compra" VALUES(11,11,10.0,'jun 18 2012');
INSERT INTO "compra" VALUES(12,12,24.0,'set 10 2012');
DELETE FROM sqlite_sequence;
INSERT INTO "sqlite_sequence" VALUES('escrito',24);
INSERT INTO "sqlite_sequence" VALUES('publicado',12);
INSERT INTO "sqlite_sequence" VALUES('compra',12);
COMMIT;


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Sobre bases de dados e gestão da informação  

Recentemente, foram produzidos conteúdos para introdução a base de dados e, em especial ao uso do SQL e ao seu potencial. As sessões baseiam-se no lançamente de um caso prático e na estratégia do DIY - Do It Yourself, em que se promove a rápida operacionalização dos contextos e sua utilização. O objectivo é demonstrar o potencial de uso das bases de dados e da flexibilidade e riqueza da análise de informação que pode ser realizada, com recurso a este tipo de ferramentas. A verdadeira gestão da informação

Para o efeito, foi realizada uma pequena apresentação, de carácter técnico, que introduzia o uso do SQLite para operar uma base de dados sobre a gestão de uma biblioteca pessoal, designada por Biblio.db

O SQLite e o contexto da base de dados Biblio.db estão apresentados aqui:


Exemplo e caso prático do uso de base de dados  de Luis Borges Gouveia


O desafio e práticas associadas às consultas da base de dados Biblio.db, bem como grande parte das soluções e resultados esperados, são apresentada aqui:


Base de dados: desafio 1  de Luis Borges Gouveia

Posteriormente, foi lançado o desafio de estender as funcionalidades da base de dados, para incluir o suporte à realização de notas e a empréstimo de livros. O resultado estão aqui:


Base de dados desafio2  de Luis Borges Gouveia

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janeiro 23, 2010

Sobre portefólios e ensino superior 

No contexto actual, um ensino superior capaz e competente tem de permitir, desde muito cedo, a externalização de competências. Nada melhor para a demonstração de competências que a organização dos resultados e produtos realizados por cada indivíduo.

Ainda melhor, será explicar e contextualizar competências e resultados obtidos, ilustrando não só a capacidade de fazer, mas também de perceber e enquadrar o que é feito e de oferecer uma perspectiva crítica associada. Esses, cujo portefólio corresponder de melhor forma à elaboração do conhecimento, podem esperar mais solicitações e melhores oportunidades de emprego, de desafios e, claro, de retorno profissional  e pessoal.

Um apresentação sobre o uso de portefólios em ensino superior:

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Utilizar o Diigo para partilha de referências na Web 

O Diigo (http://www.diigo.com) é uma ferramenta Web 2.0 que pode ser bastante útil para partilha e organizações de referências na Web (os bookmarks). Pode ainda ser utilizada de formas diversas, conforme explicado nesta apresentação.

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janeiro 08, 2010

A list of Web 2.0 related actors 

Pessoas influentes / educators

Danah Boyd http://www.zephoria.org/thoughts/

Steven Downes http://www.downes.ca/

Wes Fryer http://www.speedofcreativity.org/

David Jakes http://strengthofweakties.org/

Alan November http://nlconnect.novemberlearning.com/


Gary Stager http://www.stager.org

Michelle Martin http://michelemartin.typepad.com/thebambooprojectblog/

Will Richardson http://weblogg-ed.com/

Sue Waters http://aquaculturepda.edublogs.org/

Sivasothi N. http://otterman.wordpress.com/

Chris Sessums http://eduspaces.net/csessums/weblog/

Konrad Glogowski http://www.teachandlearn.ca/blog/

David Warlick http://davidwarlick.com/2cents/

Jennifer Jones http://injenuity.com/

Clay Burell http://beyond-school.org/

Larry Ferlazzo http://larryferlazzo.edublogs.org/

Silvia Tolisano http://langwitches.org/blog/

Steve Hargadon http://www.stevehargadon.com/

Tony Karrer http://elearningtech.blogspot.com/

Kevin Lim http://theory.isthereason.com/


Pessoas com interesses comerciais / Corporate and Media

Sam Lawrence http://gobigalways.com/

Daniela Barbosa http://www.danielabarbosa.blogspot.com/

Vanessa Tan http://vantan.org/

Jeremiah Owyang http://www.web-strategist.com/blog/

Linda Skrocki http://blogs.sun.com/lskrocki/

Paul Miller http://blogs.zdnet.com/semantic-web/

Kristie Wells http://www.joyeur.com/

Aaron Fulkerson http://wiki.mindtouch.com/

List compiled from John Larkin http://blog.larkin.net.au/

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dezembro 09, 2009

10 tendências para a Web em 2010 

Num artigo para a CNN.com, Pete Cashmore (CEO da Mashable) identifica 10 tendências para a Web (social) em 2010 que aqui se adaptam, interpretam e se discutem:


1. Importância acrescida do tempo real

Esta tendência é alimentada por serviços como o Twitter, o Facebook e o FriendFeed. Combina diversos factores como o sempre ligado (normal dos telemóveis e dispositivos móveis mais recentes) e o acesso a serviços na cloud como é o caso das diferentes ofertas da Google e a sempre gratificante facilidade de pesquisa.

O Google-Wave é uma outra forma de colaboração que vai permitir juntar email, wikis e conteúdos com capacidade de partilha e de reconstituição da construção comum desses conteúdos.

Pessoalmente defendo que o Google Wave vai marcar uma nova forma de colaboração e integração de conteúdos - entretanto ainda é cedo para saber como se processa a notificação e a integração da atenção dos utilizadores...


2. Localização, localização, localização

Alimentado pela omnipresença do GPS e dos sistemas de localização mais recentes, permite um novo e alargado leque de aplicações que combinam a detecção da presença com o seu cruzamento com conteúdos de proximidade e com serviços de orientação. Desde jogos a aplicações de colaboração, muitas serão as propostas inovadoras para o ano de 2010.

Parece ser ainda uma questão dos operadores e dos custos associados. As redes de 3ª geração podem abrir novas portas para a disseminação do uso e para os custos base dos seerviços de telecomunicações.


3. Realidade aumentada

Esta tecnologia tem prometido sucessivamente ser uma das aplicações centrais nos últimos anos. A tecnologia actual, aliada ao crescente poder de processamento dos dispositivos móveis e ao aumento da largura de banda (a um custo menor) tem permitido acreditar que a realidade aumentada verá novos desenvolvimentos como no caso dos jogos e das consolas portáteis, já em 2010.

Com base no GPS, informação georeferênciada e na disponibilidade de informação e mapas do território como o disponibilizado pelo Google pou Bing, que, em conjugação com a technologia dos dispositivos móveis (como o iPhone), a realidade aumentada permite a sobreposição de dados como o ambiente do utilizador.

Esta é uma das tendências com maior potencial para as empresas. O uso de aplicações que permitam a integração de informação de contexto aumenta a capacidade de intervenção em situações que exigem maior complexidade e riqueza de informação - um claro potencial de aumento de produtividade.


4. Curador de conteúdos

A criação de conteúdos tem ultrapassado largamente a nossa capacidade de os consumir. A questão do excesso da informação está cada vez mais na ordem do dia e afecta um número crescente de utilizadores.

O recurso a meios automáticos para filtrar a informação tem sido o mais comum. No entanto tem limitações e é difícil de personalizar. Neste contexto, a Web social pode ser importante e um auxiliar precioso, bem como uma óptima estratégia para desenvolver um curador pessoal para a informação.

Por outro lado, assiste-se ao aparecimento dos curadores profissionais como especialistas de áreas específicas que proporcionam o acesso e selecção de informação mais relevante e adequada para o contexto de um dado indivíduo. Um conceito semelhante ao do personal trainer na preparação física.


5. Computação Cloud

A computação Cloud foi uma das palavras chave de 2009 e, sem dúvida, continuará o seu desenvolvimento no ano de 2010. A tendência na qual, dados e aplicações deixam de residir nos computadores pessoais e se encontram algures, na Internet, alojados em servidores (a núvem - cloud), torna os dados pessoais acessíveis a partir de qualquer lugar e permite a colaboração entre equipas distribuídas.

O movimento da computação cloud terá novos e grandes desenvolvimentos com o lançamento da versão livre de custos do "Office Web Apps: Word, Excel, PowerPoint e OneNote", em conjunto com a versão Microsoft Office 2010. No próximo ano também será lançado o Google Chrome OS, um sistema operativo centrado na Web, sem custos. Começa a fazer sentido a questão: Quantas aplicações residentes no computador é que são realmente necessárias?

A núvem é também um primeiro e bem sustentado passo para a passagem para a Internet não grátis e para o modelo SaaS - Software as a Service...


6. Filmes e TV na Internet

O ano de 2010 verá a maior parte das TVs a ter uma presença na Internet. A TDT (Televisão Digital Terrestre) alterará também os conteúdos e a sua disponibilidade para o digital e para a interacção. Serviços como Hulu, Boxee, Apple TV e Roku vão tornar-se mais populares e melhorar a sua funcionalidade e base de utilizadores.

Neste caso, temo que a pirataria e os custos associados com este tipo de serviços tem que ser reinventados, pois podem não ser compatíveis com os mercados que emergem no pós-crise - tudos estamos muito mais sensíveis para gastos considerados extras...


7. A nova convergência

Pode parecer contraditório, mas coexiste um forte crescimento de integração de aplicações no digital em dispositivos móveis e, apesar de tudo, um crescimento também forte de gadgets com tarefas específicas: ambos estão a ganhar popularidade e à primeira vista seriam crescimentos que se anulavam...

Sistemas GPS, câmaras vídeo, etc... estão a lutar por se constituírem simultaneamente aplicações ou dispositivos isolados... O autor acrescente ainda que o Kindle desaparecerá (pessoalmente terei bastante pena que esse tipo de dispositivo - e-book reader - não vingue).

Acredito na coexistência de inúmeros gadjects, tanto mais que as baterias e a sua autonomia continuam a constituir um grande desafio e ter tudo num mesmo dispositivo é ter uma drenagem demasiado grande para as baterias... as baterias são um elemento chave para esta equação...


8. Jogos sociais

Um exemplo é o FarmVille no Facebook, que conta actualmente mais utilizadores que o Twitter! Os jogos constituem sempre um excelente mercado e quando cruzados com os media sociais, ainda mais.

É de facto um mercado e este tipo de jogos são muito populares... mas também são um enorme gasto de tempo e de atenção... não muito compatível com o actual estado de actividade exigido aos profissionais neste período do pós-crise...


9. Pagamentos móveis

Eis um outro mercado que já há bastante tempo que está a ser anunciado: o dos pagamentos móveis. Operadores e novas oportunidades estão agora em campo, como é o caso do PayPalX, da Amazon, da integração em serviços como o Square e o facto de aceitarem pagamentos via o iPhone da Apple.

Pagamentos móveis e micro-pagamentos... esta sim é uma das tendências que irá modificar a Internet e tornar esta rapidamente num local de mercado económico bem real... pena que seja mais um dos anúncios do fim da era da Internet tendencialmente sem custos...


10. Abundância de fama, falta de privacidade

Todos teremos direito a alguns minutos de fama (ninguém garante já os tais 15 minutos, mas alguns, todos tema a possibilidade de ter). Em contrapartida, torna-se cada vez mais difícil garantir privacidade e cada indivíduo está sob a pressão e o olhar atento de cada vez mais gente.

Será fácil pensar como um grupo alargado de pessoais de diferentes origens podem em pouco tempo, descobrir sobre algum, por mais discreto que seja, inúmeros dados, histórias e factos relevantes e compor de forma muito rápida e colaborativa, uma descrição de vida dessa pessoa - basta ter a atenção de um grupo alargado de pessoas para "valer" a pena esse esforço colaborativo. É possível esperar uma erosão contínua (e acentuada...) da privacidade do indivíduo em 2010.

Outra tendência fácil de adivinhar e com bastantes consequências sociais e políticas que o ano de 2010 penso que será fértil em mostrar...

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novembro 26, 2009

Uma apresentação sobre os media sociais 

No contexto de um encontro decorrido na minha Universidade (UFP) tive a oportunidade de apresentar uma breve discussão sobre o conceito de rede e a importância dos indivíduos e de uma visão humanizada dos fenómenos que estamos a assistir.

O encontro foi realizado no contexto de uma rede Mediterrânica de Estudos de Jornalismo.
Eis a comunicação que agora partilho:

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novembro 23, 2009

Software open source sobre o tema da gestão de projectos 

Existe actualmente uma oferta alargada de software open source para suporte à Gestão de Projectos.

Eis uma lista de alguns dos bons exemplos a experimentar:

dotProject.net
The home of dotProject - the Open Source Project Management tool

Open Workbench
An open source desktop application that provides robust project scheduling and management functionality

Another MS Project similar software is Serena OpenProj

Zoho Projects
Goes beyond the traditional project management space. Of course Zoho Projects offers planning and reporting capabilities, but it goes beyond just that - it is social

TaskJuggler
Open Source project management tool. Its new approach to project planing and tracking. It covers the complete spectrum of project management tasks from the first idea to the completion of the project. It assists you during project scoping, resource assignment, cost and revenue planing, risk and communication management.

Top 10 Open Source Web-Based Project Management Software

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Portugal Ignite #2 no Porto 

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novembro 22, 2009

Sixth Sense e Pranav no TED India 

Com o título:Pranav Mistry: The thrilling potential of SixthSense technology, é apresentado no youtube um excelente vídeo da apresentação do trabalho de Pranav associado com realidade aumentada e dispositivos de interacção analógico digital.

A apresentação em causa é realizada na seu país: a Índia, num dos eventos TED que mais mostrou da capacidade deste país e do que ele tem oferecido em termos de ideias, inovação e capacidade de engenharia no que respeita ao uso do digital e seu impacto na sociedade. Não é só sobre o Sixth Sense, mas também uma narrativa de como o seu trabalho evoluiu até essa proposta e o que pretende fazer com ela (vale mesmo a pena ver!).

O génio de Pranav, sublimado na sua proposta do Sixth Sense, teve origem anterior que é brilhantemente narrada pelo próprio, que demonstra uma nobreza de qualidades e uma ambição de tornar as tecnologias de informação e comunicação o mais populares e acessíveis a todos.

Por todas estas razões e por estar convencido que de Pranav ainda teremos mais propostas inovadoras e de grande importância para a história dos interfaces e da relação do analógico com o digital, deixo o vídeo da apresentação como uma homenagem e a prova de que sou um seu admirador: http://www.youtube.com/watch?v=YrtANPtnhyg

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novembro 14, 2009

Multibanco e segurança 

Circula este email com informação sobre o Multibanco e segurança:

Já ouviu falar do "LAÇO LIBANÊS" nas ATM's?

Aqui estão as provas do aspecto real do dito acessório.
Sempre que vir uma ATM com este aspecto (1.ª foto) não introduza o seu cartão e alerte as autoridades.

laco1.jpglaco2.jpg

Multibanco duvidoso Multibanco normal

O que acontece é o seguinte:

Na situação da 1.ª foto, a pessoa insere o cartão, marca o código e o cartão fica preso, o que faz com que a pessoa fique aborrecida e abandona o local e nem sempre telefona para o banco a pedir a anulação do cartão, o que acontece depois é que chega um "artista" tira a "caixa" e o Multibanco fica com o aspecto normal (foto da direita) e o "artista" fica com acesso ao código do cartão da pessoa, podendo para isso fazer levantamentos do cartão da própria pessoa, até a pessoa anular o cartão."


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novembro 09, 2009

Evento UFP 23 de Setembro 

A palestra que irá ocorrer no dia 23 de Novembro de 2009, pelas 18h00 no auditório da UFP.

A Coordenação de Engenharia Informática, em parceria com a empresa Ludomedia, fundada e gerida por um ex-aluno de Informática da UFP, organa uma palestra sobre Metodologias de Desenvolvimento de Software com fins Educativos: o caso prático da Ludomedia, para a qual se convidam todos os interessados.

Título da palestra.
Metodologias de Desenvolvimento de Software com fins Educativo: o caso prático da Ludomedia

Objectivos da palestra.
Apresentar a evolução da Ludomedia, no que se refere à(s) metodologia(s) de desenvolvimento de software utilizada(s) nos primeiros 5 anos da empresa e, de que forma estas “se transformaram” ao longo do período.

Índice detalhado dos pontos a abordar durante a palestra.

a. Enquadramento teórico (Modelos Tradicionais vs Modelos Ágeis - vantagens e desvantagens);
b. Qualidade no software com fins educativos:
i. Métricas de Qualidade (ISO 13407);
ii. Pressupostos Design Centrado no Utilizador;
iii. Instrumentos de Avaliação;
c. O Caso Prático da Ludomedia:
i. Metodologia Híbrida de Desenvolvimento Centrada no Utilizador (MHDCU);
ii. O exemplo recurso educativo Courseware Sere – O Ser Humano e os Recursos Naturais.
d. Conclusões e Trabalho Futuro

Nome do palestrante: António Pedro Dias da Costa

Licenciado em Engenharia da Comunicação, vertente Comunicação e Design, pela Universidade Fernando Pessoa. Actualmente frequenta o Doutoramento de Base Curricular em Didáctica, no Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa, na Universidade de Aveiro sob o tema “Análise de Custos e Benefícios das Metodologias de Desenvolvimento de Software com fins Educativos Centradas no Utilizador”.

É o responsável da empresa Ludomedia – Conteúdos Didácticos e Lúdicos, que desenvolve software com fins educativos para Educadores/Professores e Alunos (desde do Pré-Escolar até ao 2º Ciclo do Ensino Básico).

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novembro 02, 2009

Google Wave intro... 

Esta nova proposta da Google está na ordem do dia.

http://geekmag.info/wp-content/uploads/2009/10/google-wave.jpg


Existem já variados recursos para divulgar e introduzir o conceito associado que promete acrescentar uma nova dimensão ao trabalho colaborativo, baseado num protocolo de federação de informação e actividade, designado por wave protocol, ver também http://code.google.com/intl/pt-PT/events/io/2009/sessions/GoogleWaveUnderTheHood.html

Ver o próprio site da Google: http://wave.google.com/help/wave/about.html
Uma boa listagem de 10 benefícios associados a esta tecnologia:
http://www.penn-olson.com/2009/09/09/10-google-wave-benefits/

É possível encontrar um manual sobre o Google Wave que se encontra em desenvolvimento e que será oportunamente editado como livro: http://completewaveguide.com/

Uma explicação mais simples do que é o Google Wave, pode ser encontrada em http://mashable.com/2009/05/28/google-wave-guide/

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outubro 24, 2009

Tendências 2009 para a Web 2.0 

A ReadWriteWeb, num estudo recente, defende que as tendências que se desenham para a evolução da World Wide Web seguem cinco linhas de orientação, a saber:

- a semântica e a estrutura de dados / linked data
Sendo exemplos o Wolfram Alpha e o OpenCalais
- a Web em tempo real / real time Web
Sendo exemplos, o serviço de microbloging Twitter e o agregador de feeds FriendFeed
- a personalização / costumisation
Sendo exemplos, o Facebook e a Amazon.com
- a Web móvel e a realidade aumentada / mobile Web & augmented reality
Sendo exemplos, FourSquare e a Layer
- a Internet das Coisas / Internet of Things
Sendo exemplos a IBM e o Pachube

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outubro 19, 2009

Uso de elearning no ensino superior 

Eis um recurso importante com informação sobre Campus Virtuais, Universidades Virtuais e iniciativas de EAD em ensino superior: Re.ViCa

O Re.ViCa apresentado pelos próprios:
The Re.ViCa wiki has been set up to provide an inventory and to show the results of a systematic review of Virtual Campus initiatives of the past decade within higher education throughout the world.

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Recorrer ao Twitter no contexto da sala de aula 

Começam a existir muitas iniciativas de explorar o Twitter e as suas características em sala de aula.

Entre as diferentes abordagens, saliento as ferramentas de integração com o MS Powerpoint disponibilizadas pela SAP como possuidoras de um enorme potencial, pois permitem a continuidade e integração de práticas já estabelecidas com o uso de apresentações em formato de slides sequências, com exploração de aplicações que recolhem e utilizam informação oriunda do Twitter

Os serviços disponíveis são:
# PowerPoint Twitter feedback slide
# PowerPoint Twitter ticker bar
# PowerPoint Twitter voting
# PowerPoint Crowd Meter

Download do software (para Windows) em http://www.sapweb20.com/blog/powerpoint-twitter-tools/

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Ferramentas de uso livre com interesse 

25 Free Online Tools for Web Designers, Developers, Freelancers and Individuals


Contém inúmeras ferramentas com potencial para cuidar e desenvolver conteúdos na World Wide Web.

Experimentar em http://www.bestdesigntuts.com/25-free-online-tools-for-web-designers-developers-freelancers-and-individuals/

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outubro 05, 2009

Sobre os telemóveis 

Circula no email: 4 COISAS QUE PROVAVELMENTE NÃO SABE QUE O TELEMÓVEL FAZ

Existem coisas que se podem fazer em situações de emergência e o telemóvel pode, na verdade, ser uma ferramenta de sobrevivência. Eis quatro formas de utilizar ainda mais o telemóvel:

1 : Emergências
O número internacional das emergências para o telemóvel é o 112. Mesmo em rede, numa situação de emergência ligar o 112 leva a que o telemóvel procure qualquer rede que se encontre disponível para se ligar. E o mais engraçado é que esse número pode ser marcado mesmo se o telemóvel estiver bloqueado.

2 : As chaves ficaram dentro do carro?
Se o carro tiver um comando de abertura de portas, talvez isto possa um dia ser útil. Existindo outro comando do carro em casa, basta ligar para o telemóvel duma pessoa que se encontre em casa, e a cerca de meio metro da porta do carro, pedir à pessoa a que se ligou para carregar no comando para abrir a porta, mantendo-o próximo do telemóvel. O carro abrir-se-á, poupando uma viagem até casa para buscar o outro comando. Neste caso a distância não é problema, pode até ser de centenas de km, que estará sempre à distância de um telefonema.

3 : Bateria escondida
Imagine a bateria do telemóvel em baixo. Para a carregar, digitar *3370# e o telemóvel carregará com uma reserva que se encontra escondida e mostrará um aumento em 50% da bateria disponível. Esta reserva carregará automaticamente na próxima vez que se carregar o telemóvel.

4 : Como desactivar um telemóvel roubado?
Para obter o número de série do telemóvel digita *#06#, após o que um código de 15 números aparecerá no écran. Este código é único para cada telemóvel - tome nota deste número e guarde num sítio seguro. Na eventualidade de o telemóvel ser roubado, basta ligar para o operador e dar este código, pedindo para bloquear o telemóvel. O telemóvel ficará sem utilidade, mesmo se for mudado o cartão SIM. Provavelmente o telemóvel não será recuperado, mas quem ficou com ele também não poderá utilizar.


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Depois digam lá que não se está sempre a aprender!

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outubro 04, 2009

Fluid - um exemplo de boas práticas 

Para o desenvolvimento em Interacção Humano Computador, o projecto Fluid constitui uma excelente boa prática que vale a pena explorar: http://wiki.fluidproject.org/display/fluid/Infusion+1.0+Wish+List

Design handbook: http://wiki.fluidproject.org/display/fluid/Design+Handbook

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