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maio 07, 2014

Do custo efetivo de eletricidade ao custo imputado ao consumidor 

Estes dados carecem de confirmação, mas a sua estrutura mostra que realmente com este tipo de custos associados, é muito dificil ser Europa e ser competitivo Será que alguém pode confirmar estes dados? Realmente, neste contexto, qualquer tipo de reforma tem de passar por estas situações para ser credíveis aos olhos da comunidade internacional




 
          
 
2008
Δ 2008-2009
2009
Δ 2009-2010
2010
Δ 2010-2011
2011
Δ 2011-2012
2012
Δ 2008-2012
VAZIO
0,0614
7,98%
0,0663
11,92%
0,0742
4,85%
0,0778
7,11%
0,0833
35,67%
FORA VAZIO
0,1132
8,92%
0,1233
12,08%
0,1382
4,78%
0,1448
7,11%
0,
37,01%
 
 
% Consumo
Custo kWh
Preço (s/ IVA)
% Consumo
Custo kWh
Preço (s/ IVA)
% Consumo
Custo kWh
Preço (s/ IVA)
VAZIO
30%
0,0833
124,95
40%
0,0833
166,60
50%
0,0833
208,25
FORA VAZIO
70%
0,1551
542,85
60%
0,1551
465,30
50%
0,1551
387,75
TOTAL  
667,80
  
631,90
  
596,00
 
 
% Consumo
Custo kWh
Preço (s/ IVA)
 
TARIFA SIMPLES (a)
100%
0,1100
550,00
 
TARIFA SIMPLES (b)
100%
0,1393
696,50
 
 


QUAL FOI VERDADEIRAMENTE O CONSUMO DE ELETRICIDADE
NUMA FACTURA DE 116,00 €

VER O QUADRO ABAIXO
 
Descriminação
Taxa
Importância
CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA 
34,00
Taxa RDP e RTP
7%
6.80
Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira
3%
1,60
Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias.
10%
5,40
Compensar de Operadores - EDP, Tejo Energia e Turbo Gás
30%
16,10
Investimento em energias renováveis
50%
26,70
Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE
7%
3,70
Soma
 
94,30
IVA
23%
21,70
Total
 
116,00

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março 16, 2013

O regime está a morrer 

Como está o País?
Esta uma grande confusão e um perigo eminente: a tensão dos impostos, a dificuldade de realizar trabalho, pois o seu custo operacional não é garantido pela despesa corrente das instituições e as pessoas começam a sentir dificuldade em ganhar mais do que aquilo que gastam.

As situações de desespero mais recatadas como a preocupação, o adiar de gastos e a mudança de atitudes e opções são agora seguidas de opções mais drásticas como cortar nas despesas de alimentação e de outros bens e serviços já não tão supérfluos. É que mudar da escola privada, não ir ao cinema, não comprar jornais e revistas, comer menos fruta ou simplesmente não sair de casa, tem consequências de fazer circular ainda menos dinheiro.

Por sua vez menos impostos e mais se nota o valor elevado de imposto sobre quase tudo que é central à atividade. Deste modo, o rendimento disponível diminui a uma velocidade superior em que apenas impostos e responsabilidades de crédito são intocáveis.

Outrora, motores da economia, financiadores do Estado, da atividade económica e de demais ocupação contabilizável em empregos, a classe média afunda-se deprime a economia e, no processo, dilui-se em incapacidade de fazer futuro e de se mostrar sustentável.
A classe média é motor da democracia.

Já não é só um problema social e económico.
É também um problema político: o regime está a morrer!

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dezembro 02, 2011

3 estórias interessantes sobre inovar e resolver problemas 

1. A NASA e a escrita no espaço

Quando, ainda antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, verificaram que as tradicionais esferográficas (bolígrafos) não funcionariam devido à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.
Ao fim de 6 anos de testes e investigações que exigiu, um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde temperaturas negativas até 300 graus centígrados.

Os Russos, pelo seu lado, esqueceram e descartaram as esferográficas "bolígrafos" e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.


2. O EMPACOTADOR DE SABONETES

Em 1970, um japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tokio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão de produção e qualidade. Os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema se voltasse a repetir. Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixita em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.

Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X" com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo deste sistema superou os 250 000 dólares e exigiu dois trabalhadores adicionais.

Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de cinco meses de ser operada pelos três turnos diários, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um potente ventilador (ventoinha) e apenas o apontou na direcção da parte final da passadeira transportadora. Á medida que as caixinhas avançavam nessa direcção, as que estavam vazias simplesmente saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.


3. O HOTEL de Nova Yorque

O gerente geral de una cadeia hoteleira de Nova Yorque viajou pela segunda vez para Seul no mesmo ano. Ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se foi recebido calorosamente com um "Bienvenido nuevamente señor, que bueno es verlo una vez más en nuestro hotel". Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, propôs-se que, no seu retorno, imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava. No seu regresso convocou e reuniu todos os seus gerentes pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia ad-hoc para tal pretensão.

Os gerentes decidiram implementar um software de reconhecimento de rostos, base de dados actualizada dia a dia, câmaras especiais, com um tempo de resposta em micro segundos, assim como a pertinente formação dos empregados, cujo custo aproximado seria de 2.5 milhões de dólares.

O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.

O recepcionista disse-lhe então: "Repare, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto; durante o trajecto eles perguntam ao passageiro se já antes se hospedou neste hotel, e, se a resposta é afirmativa, eles, à chegada ao Hotel, depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento. Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado com um dólar pelo seu trabalho"

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novembro 09, 2011

A fábula moderna da formiga 

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava a sério no trabalho
A formiga era produtiva e feliz.

O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Pouco depois, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.

O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,

e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar uma carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial...

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida.

A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima.

Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinhe quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida.

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outubro 10, 2011

ESTÓRIA ÁRABE sobre conhecimento e sabedoria 

Essa estória foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh.
Serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição. O autor conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstrata, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência".

No nosso contexto, é talvez mais apropriado adaptar para sabedoria e conhecimento (esta última em lugar da erudição) - sei que é uma equivalência ligeira, mas serve o intuito em causa...
De qualquer modo, vale a pena a sua partilha de acordo com as noções actuais de conhecimento e sabedoria.


UMA PEQUENA ESTÓRIA ÁRABE

Um homem morreu. Possuía 17 camelos e 3 filhos.
Quando o seu testamento foi aberto, dizia que a metade dos camelos seria do filho mais velho, um terço seria do segundo e um nono do terceiro.

O que fazer?
Eram dezassete camelos; a metade seria dada ao mais velho.
Então um dos animais deveria ser cortado ao meio?
Isso não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.

É claro que os filhos correram em busca do homem mais conhecimento da cidade; um estudioso e matemático. Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução - matemática é matemática e os camelos não poderiam ser fraccionados.

Alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que conheça sobre camelos ao invés de matemática". Foram então ao Sheik da cidade, um homem bastante idoso, inculto, porém sábio pela sua experiência. Contaram-lhe o problema.

O velho riu e disse:
"É muito simples, não se preocupem".
Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão.
Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito.
Ao segundo coube a terça parte - seis camelos;
e ao terceiro filho, foram dados dois camelos - a nona parte.
Sobrou um camelo: o que foi emprestado.

O velho então, pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".

Apesar de tudo, conhecimento não é tudo, embora seja algo mais que informação :-)

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setembro 14, 2011

O frasco de maionese e o café 

Partilho aqui, neste começo de ano lectivo, uma conhecida e bem interessante alegoria sobre a gestão do tempo:

" Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de Golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.

Então o professor pega numa caixa cheia de pequenas pedras e mete-as no frasco de maionese. As pequenas pedras encheram os espaços vazios entre as bolas de Golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em conjunto e com ainda mais certeza: Sim!

De seguida o professor acrescentou o conteúdo de uma chávena de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

- Quero que se dêem conta que este frasco representa a vida!
As bolas de Golf são as coisas Importantes: como a família, os filhos, a saúde, os amigos e tudo o que nos apaixona. No essencial, são coisas, que mesmo que se perdêssemos tudo o resto, as nossas vidas continuariam preenchidas.

As pequenas pedras são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

Por sua vez, a areia é tudo o demais, as pequenas coisas.

Se colocarmos em primeiro lugar a areia no frasco, não haveria espaço para as pequenas pedras e, muito menos, para as bolas de Golf.

O mesmo acontece com a vida!


Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Precisamos de prestar atenção às coisas que são cruciais para a nossa Felicidade.

Brinca ensinando os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao médico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobby favorito.

Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações
Ocupa-te das bolas de Golf em primeiro lugar, que são as coisas que realmente importam.

Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...

Neste momento, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.
O professor sorriu e disse:
- O café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "


:-)
Interessante, não?

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fevereiro 12, 2011

Redes e organização em redes 

Com a qualidade da BBC este documentário, disponível no Youtube merece ser visto e estudado: Seis Graus de Separação.

O documentário apresenta o conceito de seis graus de separação, abordando-o de forma estruturada para o testar como um mito urbano. O que nos propõe os seis graus de separação é que qualquer pessoa no mundo, independentemente de onde se encontra está liga a outra, também em qualquer parte por um relacionamento que não é superior a seis relacionamentos.

Quer isto dizer que alguém conhece alguém, que por sua vez conhecerá alguém e assim por diante até um sexto grau, que possibilita que dois seres humanos possam entrar em contacto. Estanho, difícil de acreditar? Este documentário é também o elogio do estudo das redes e da organização em rede – a forma emergente como o Séc XXI (pelo menos o seu início) se revela organizar.

Um documentário de 50 minutos que vale bem a pena ver e que introduz alguns dos pensadores mais influentes do estudo das redes:
Ainda consegue estar 50 minutos a ver um vídeo?
Então vai aprender, com toda a certeza!

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novembro 18, 2010

Uma frase que é vista em muitos locais, mas sem autor conhecido... 

"great people talk about ideas, average people talk about things and small people talk about other people"

grandes pessoas falam sobre ideias, pessoas médias falam sobre coisas e pessoas pequenas sobre outras pessoas

...interessante...

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maio 20, 2010

Mais uma estória para a história, sobre impostos... 

Na sequência de outros posts aqui colocados sobre este tema tão quente e que nos é tão próximo, recebi por email (obrigado Carmona!) mais uma estória que não resisto a partilhar.

Este texto põe em evidência o esforço que é para Portugal "carregar" o euro como moeda e, de certa forma, o seu custo de o fazer, quando começamos a comparar preços e nível de vida (aviso, apesar de tudo, as proporções não estão correctas, embora a paridade dólar/euro, possa ajudar a manter distâncias, que de facto existem). Aí vai!

Como seria útil e transparente, um serviço público europeu que agregasse num mesmo site informação de referência sobre custos associados com a qualidade de vida em cada um dos seus Estados membros, de forma a permitir a comparação de custos de referência - uma primeira medida para a real sustentação do Euro e para a Europa social tantas vezes apregoada.

"Nós, portugueses, somos pobres?!!?


Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.
Dizia-lhe eu à boa maneira do “coitadinho” português:
- Sabes, nós os portugueses, somos pobres ...
Esta foi a sua resposta:
- Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu? 
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA?
Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20%, pagais ainda impostos municipais.
Além disso, são vocês que têm "impostos de luxo" como são os impostos na gasolina e no gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc., que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até 300 % do valor original, e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
(...)"

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maio 18, 2010

A conferência Switch em Coimbra 

O passado fim de semana estive em Coimbra na Switch Conf (http://www.switchconf.com/) - foi enorme!
Pelo entusiasmo, pela variedade e qualidade do público e muito pelo ambiente.

Percebi que se estava a fazer futuro, já no presente e com um grupo de pessoas empreendedoras que tiram partido da tecnologia para FAZER. Haja enquadramento e tenho a certeza que alguns dos presentes desta conferência vão produzir coisas interessantes, inovadoras e úteis - aqui ou em qualquer parte do mudo!

Dizer que foi organizada por um grupo de pessoas com menor de 23 anos (os tais que não são maiores que 23...) e que o seu líder nem 18 anos tinha é dizer pouco e dizer errado...

Conhecedores, com cabeça e acção própria, capazes de mobilizar e tomar o seu espaço, este grupo de pessoas mobilizou em dois dias empreendedores, geeks de tecnologia, professores universitários, investidores (sim, daqueles que investem novo dinheiro...), responsáveis de empresas, empreendedores consagrados e muitos curiosos para estarem em Coimbra no final da semana da queima a interagir.

Pessoalmente e neste tempo de crise apregoada e sentida, é sempre bom e renovador ver que há quem mexe e mexe bem - de forma positiva e motivada para FAZER - bem hajam e obrigado, pois contribuem para a minha própria motivação!

Da minha parte tentei defender as oportunidades em recolocar o espaço físico e o tempo humano como enorme oportunidade para a criação de ferramentas que o permitam (acredito que num futuro não muito distante, essa seja uma necessidade de muitos de nós) - Carpe Diem!

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abril 12, 2010

Os 16 Twits do painel As Bibliotecas e a Web 2.0 

No âmbito do 10º Congresso de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas foi organizado pelo Pedro Príncipe o painel das "Bibliotecas e Web 2.0".

O Pedro lançou o desafio de acompanhar o painel a distância e de realizar um comentário final sobre os aspectos mais relevantes das intervenções realizadas. Para o efeito, utilizei o canal Twitter e o livestream (áudio e vídeo) para acompanhar o painel (que ocorreu em Guimarães, estando eu em casa, no Porto). Para a prosperidade fica a hashtag utilizada (#10BADweb20).

A experiência correu muito bem e foi mais uma experiência inovadora que contou com a organização do Pedro Príncipe e o Twitter residente Júlio dos Anjos (dois excelentes empreendedores!).

Uma parte destes Twits foram também reportados por Pedro Príncipe no seu blogue: O rato de biblioteca.

Carlos Pinheiro:
- Já estamos em 2.0, toda a Web é 2.0.
- Fundamental que as bibliotecas instituam uma cultura de mudança (são um agente importante e espaço social para).
- Mudança é necessária para acompanhar os novos públicos das bibliotecas escolares (e não só...).

Luísa Alvim:
- O papel do utilizador das bibliotecas: participação, colaboração e interacção.
- O utilizador da biblioteca é uma personagem muitas vezes esquecida: levar o mesmo a interagir.
- Mudar utilização e expectativas da biblioteca - mudar a definição corrente de utilizador.

Miguel Correia:
- A Web 2.0 como agregador de práticas, vontades, saberes e comunidades.
- O Second Life como oportunidade de interacção e ao serviço da proximidade humana.
- Partilhou mensagens de colegas por via Second Life, demonstrando o poder dos mundos virtuais.

Eloy Rodrigues:
- Podemos utilizar as ferramentas Web 2.0 para capturar a sabedoria dos utilizadores.
- Combinar recursos internos com os externos de 1 biblioteca que agora é também um nó de uma rede cada vez maior.
- Também no contexto das Bibliotecas, usar os 3 Rs (reciclar, reutilizar e reduzir).

Adicionalmente, foram ainda efectuados mais alguns Twits em jeito de comentário final, da minha única responsabilidade :-)
- Boa! :-) Pedro Principe: proposta de um manifesto de Guimarães para as Bibliotecas e a Web 2.0
- Sugiro: usar Web social em vez da Web 2.0 e produzir manifesto
- Ideias fortes (manifesto?): território, cultura, informação, acesso, participação, memória, projecção global e novo utilizador

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abril 01, 2010

Uma anedota relacionada com os impostos... 

Desta vez é uma anedota, mas o humor é tradicionalmente uma forma mordaz de ver a nossa sociedade...
De um email de Paulo R. (obrigado!)

----------

Pedro e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar seu 40º aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias. Os nossos motores estão a deixar de funcionar e vamos tentar aterrar de emergência. Por sorte, vejo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós, e, por isso, vamos tentar aterrar na praia.

Ele aterrou com êxito, mas avisou os passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que nós não sejamos resgatados e tenhamos que viver nessa ilha para o resto das nossas vidas!

Nesse instante, Pedro pergunta à mulher:
- Maria, entregaste o nosso IRS antes de viajarmos?
- Ai, perdoa-me Pedro. Eu esqueci-me completamente!

Pedro, eufórico, agarra a mulher e afinfa-lhe o maior beijão de todos os 40 anos de casamento. A Maria não entende e pergunta:
- Pedro! Porque me beijaste desta maneira?
E ele responde:
- Os sujeitos das Finanças vão encontrar-nos!!!..........

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março 30, 2010

Uma visão (redutora) do socialismo? 

A pergunta do título seria mais justa de substituir por algo do género: uma crítica caustica ao uso da progressividade dos impostos (talvez, também, ainda mais pedagógico!).

Recebi por email (obrigado, A. A. Ribeiro!) esta verdadeira obra de arte sobre os nossos tempos e que pode constituir um caso de estudo para aulas de Ciência Política. Claro que pessoalmente bem que gostaria de ter essa esperança, de ser objecto de reflexão por quem de direito.

Um professor de Economia, que nunca tinha reprovado ninguém, reprovou numa ocasião uma turma inteira. Tal aconteceu porque a turma insistia que o socialismo era praticável e que através da simples cooperação tendo em vista um bem comum, se obteria um resultado mais igualitário e justo do que aquele que se obtinha através dos mecanismos de competição e emulação.
Ou seja, sustentava a turma que uma redistribuição do esforço de trabalho como a preconizada pelo socialismo era mais eficaz e justa que a proposta pela visão tradicional associada com o capitalismo.

O professor argumentou em vão pelo que, já em desespero, propôs a seguinte experiência: fariam os testes habituais, e a nota atribuída a cada um seria a média da turma. Os alunos aceitaram de imediato.

Todos tinham agora um objectivo comum e o resultado não poderia deixar de ser igualitário e justo.

No 1º teste, a média foi 15.
E aqui começaram os problemas. Aqueles que tinham estudado e a quem o teste tinha corrido bem, e que legitimamente podiam esperar um19 ou um 20, ficaram a remoer o desagrado.

Aqueles que nem sequer tinham pegado no livro, resplandeciam de felicidade e louvavam o socialismo. E a verdade é que se provava que todos passavam e com uma boa nota.

No 2º teste os que antes tinham estudado e feito bons testes, entenderam naturalmente que não necessitavam de se esforçar tanto. Já que iam ter 15 no máximo, escusavam de se matar a estudar. Os que antes não tinham pegado nos livros, mantiveram as mesmas opções. Não era necessário, a boa nota estava garantida.

Como é evidente, a média baixou para 11 e aí já ninguém ficou especialmente satisfeito. No teste seguinte a média foi 8. Instalou-se a desavença, fizeram-se acusações de sabotagem, de egoísmo, de falta de solidariedade, num clima generalizado de atribuição e descarte de culpa.

O resultado foi que ninguém mais queria estudar para não beneficiar os outros. E a turma reprovou.

--------------

Se se pretender concluir algo, certamente será que, com o passar do tempo, sem recompensas individuais, não há incentivos duradouros ao esforço. Tirar aos que se esforçam para dar aos que não se mexem conduz, mais tarde ou mais cedo, à discórdia e ao fracasso, porque quando metade de um grupo interioriza a ideia de que que não precisa trabalhar, pois a outra metade irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim .



Pessoalmente penso que será óbvio que os mecanismos de coexão e de redistribuição de riqueza tem que existir, tanto mais que mercados perfeitos não existem. No entanto, com a passagem de tempo (que pode ser maior ou menor, consoante o contexto), mecanismos e medidas que não sejam entendidas como originadas num esforço justo comum, como as anteriormente relatdas constituem excelentes desmobilizadores de produção de riqueza pelo trabalho (claro que é apenas uma das vias, mas aquela que deveria ser a mais considerada... e é a mais equalitária... e parodoxalmente a mais socialista).

Curiosamente, existe quem vislumbre que o sistema de impostos progressivos que possui uma aparente justiça, também se traduz por enviar a cada indivíduo uma mensagem que pagará mais por trabalhar mais - e neste caso, considera-se trabalho com sentido físico em que a força (de trabalho) está sujeita a deslocação (de valor). Nesse sentido, tanto o sistema de impostos progressivos como a inflação de subsídios e subvenções sociais, podem ser tomados como uma perspectiva ou visão redutora do socialismo? Parece que do incentivo ao trabalho o são...

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março 22, 2010

Diferentes perspectivas... 

Um email que recebi com bastante piada... (obrigado Paula S.
Conhecia algo do género associado com a Análise e Desenvolvimento de Sistemas de Informação, mas o toque final desta analogia está interessante...

 A tua casa vista por:  
 
Ti  ...

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Pelo Comprador   ...
 
 
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   Pelo banco   ...
 

 
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  Pelo Avaliador   ...
 

 
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Pelas Finanças Portuguesas   ...

 
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fevereiro 25, 2010

A importância da virgula... 

Curioso este texto da ABI - Associação Brasileira de Imprensa (http://www.abi.org.br/)

Sobre a Vírgula

Vírgula pode ser uma pausa... ou não:
Não, espere.
Não espere.


Ela pode sumir com o seu dinheiro:
23,4.
2,34.


Pode criar heróis:
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.


Ela pode ser a solução:
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.


A vírgula muda uma opinião:
Não queremos saber.
Não, queremos saber.


A vírgula pode condenar ou salvar:
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!


E, no final, um slogan muito bem conseguido!

Uma vírgula muda tudo:
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.


... e acrescenta, em tom de desafio:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

Ora aí está como uma virgula, quando bem colocada, tem outro impacto...

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janeiro 23, 2010

Sobre portefólios e ensino superior 

No contexto actual, um ensino superior capaz e competente tem de permitir, desde muito cedo, a externalização de competências. Nada melhor para a demonstração de competências que a organização dos resultados e produtos realizados por cada indivíduo.

Ainda melhor, será explicar e contextualizar competências e resultados obtidos, ilustrando não só a capacidade de fazer, mas também de perceber e enquadrar o que é feito e de oferecer uma perspectiva crítica associada. Esses, cujo portefólio corresponder de melhor forma à elaboração do conhecimento, podem esperar mais solicitações e melhores oportunidades de emprego, de desafios e, claro, de retorno profissional  e pessoal.

Um apresentação sobre o uso de portefólios em ensino superior:

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janeiro 15, 2010

Uma definição de globalização 

Num email partilhado por Carlos C. (obrigado!)

"É a melhor definição que já li e os professores nunca ensinaram...
O QUE É GLOBALIZAÇÃO?
SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A DEFINIÇÃO:
"

Pergunta: Qual é a mais correcta definição de Globalização?

Resposta: A Morte da Princesa Diana...

Pergunta: Porquê?

Resposta:

Uma princesa Inglesa
com um namorado Egípcio,
tem um acidente de carro dentro de um túnel Francês,
num carro Alemão
com motor Holandês,
conduzido por um Belga,
bêbado de Whisky Escocês,
que era seguido por paparazzis Italianos,
em motos Japonesas.
A princesa foi tratada por um médico nascido no Canadá,
que usou medicamentos Brasileiros.
Esta mensagem é enviada por um Português,
usando tecnologia Norte-Americana (Bill Gates),
e, provavelmente, está lendo este texto num computador genérico
que usa circuitos integrados feitos em Taiwan,
e um monitor Sul Coreano
montado por trabalhadores do Bangladesh,
numa fábrica de Singapura...

e é isto que é a globalização!

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janeiro 14, 2010

Engenheiros - precisamos deles e de muitos 

Face aos desafios que se colocam e ao crescente uso de computadores e redes e demais ciência aplicada, o conhecimento científico e a capacidade associada normalmente com os Engenheiros é cada vez mais importante.
Embora escassa, é central para a capacidade que um país / região / economia tem para lidar com os desafios que se lhe colocam e de lhes dar uma resposta cabal, eficaz e em tempo útil.

Sobre o tema, existe uma piada que, embora antiga, é actual:

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janeiro 11, 2010

Tendências de desenvolvimento 2010 (Forrester) 

A consultora Forrester (http://www.forrester.com) recomenda que os profissionais de desenvolvimento de aplicações informáticas assumam novos rumos, face a cinco tendências chave para 2010
1) adoptar a cloud como a plataforma emergente; 
2) descobrir o maior potencial interno
3) favorecer a flexibilidade e o custo, acima da lealdade à plataforma e tecnologia; 
4) tornar-se apaixonado pela experiência de utilizador (UX); e
5) descobrir e treina o próprio talento

Objectivo geral: Fazer mais com menos de modo a enfrentar e conseguir superar a crise e a recessão que a seguiu. Deste modo, a equipa de desenvolvimento de aplicações pode contribuir para melhorar a eficiência do negócio e, dessa forma, aumentar o seu retorno.

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janeiro 06, 2010

Calendário para Dezembro 

De uma mensagem de correio electrónico em ciruclação...
Curiosa perspectiva das festas e passagem de ano...

e também cultural, que elogia a comida e a bebida como tema central da nossa condição humana.
Nisto, sou bem Português!

 December 19


 
December 20


 
December 21


 
December 22


 
December 23


 
December 24


 
December 25

 

 
December 26


 
December 27


 
December 28


 
December 29


 
December 30


 
December 31


 
January 1


 

 
January 2


 
January 3


 
January  4


 
 
 

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