novembro 01, 2010
Doutoramento da Sofia Gaio
O trabalho foi aprovado por unanimidade, tendo sido realizada uma excelente apresentação e defesa.
Os meus parabéns à Prof. Doutora Sofia Gaio!
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outubro 22, 2010
Dinamizar, aproximar e projectar o território com o digital
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abril 14, 2010
Vídeo do Ignite #4, no Porto
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abril 13, 2010
As cidades digitais, sistemas e território - uma entrevista
O Vitor Silva é um excelente exemplo de um blogger com intervenção de cidadania e um bom exemplo de um criador de conteúdos digitais que representa o que de mais interessante tem uma ala do jornalismo: o da descoberta e produção de conteúdos digitais com conteúdo.
A entrevista e a sua sinopse pode ser consultada em http://www.oportoemconversa.com/2010/04/13/conversa-com-luis-borges-gouveia-o-digital-e-o-territorio
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março 14, 2010
O Digital e o Espaço Físico
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março 07, 2010
Apresentação no Ignite #4 Porto
A questão das redes fica para uma próxima oportunidade!
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fevereiro 02, 2010
Relações entre a Terra e a Água, através da Arquitectura
A cultura holandesa sempre distinguiu-se pela forma específica de entender as relações entre a água e a terra. O processo de ocupação e utilização das terras ganhas ao Mar do Norte é a melhor prova. A professora Nicoline Looper (Saxion University) visita a Universidade Fernando Pessoa para pronunciar uma conferência que apresenta as relações entre a Terra e a Água, através da Arquitectura.
Salão Nobre da UFP, 4 de Fevereiro, 18 horas
Entrada livre
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abril 24, 2009
O texto do estudo da APDSI
Gouveia, L. (coord); Carvalho, C.; Gouveia, F.; Moreira, J.; Ruivo, J.; Neves, N. e Gomes, P. (2009). Modelos de Governação na Sociedadde da Informação e do Conhecimento. Estudos APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação. Lisboa: APDSI.
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janeiro 26, 2009
Preservar a nossa memória
Num passado recente, Portugal esteve 13 anos envolvido num conflito armado interno ao seu território ultramarino, que cessou por via das modificações de regime na Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974). Existe um local de presença na World Wide Web que documenta esse esforço de um modo exemplar.
Trata-se de um site designado por Guerra Colonial 1961 - 1974 que está muito completo e constitui uma referência imprtante sobre o tema e um excelente exemplo de uma obra multimédia - http://www.guerracolonial.org
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novembro 18, 2008
Novo código do trabalho
Reclamadado por uns, reclamação de outros, o certo é que existem novas regras que a todos implicam.
Algumas notas, baseadas na informação disponibilizada pelo http://www.pmeportugal.pt/
A flexibilidade de horários e a eliminação de alguns passos do processo de despedimento são alguns dos pontos mais polémicos desta proposta que, em princípio entra em vigor em Janeiro de 2009. Do ponto de vista político, foram intenção do legislador o combate à precariedade, a protecção da família e a adaptabilidade de horários (introduzindo o conceito de banco de horas, a ser compensado, pago ou uma combinação destes dois elementos).
Flexibilidade
Uma das formas de flexibilização de horários, conforme já referido, é o banco de horas (pode ser fixado por contratação colectiva). Existem restrições: os horários não podem ultrapassar as 12 horas diárias e 60 semanais (e as 50 horas na média de dois meses).
Deste modo, é permitida uma maior flexibilidade de modo a responder a flutuações de procura e de mercado, compensando horas de trabalho adicionais com descanso. O limite de horas que podem ser compensadas não pode, no entanto, exceder 200 horas anuais.
Neste novo código são também permitidos horários concentrados, aumentando os dias de descanso. Esta medida pode ser também interessante do ponto de vista da gestão de mobilidade de uma cidade se articulada numa lógica superior à da própria organização (por exemplo, cada organização ou conjunto de organizações toma um dia por semana para descanso adicional, representa menor tráfego nesse dia, o que tem impacto em todos e na mobilidade do território abrangido - mas isso, ultrapassa o âmbito da própria lei - e apenas poderá tornar possível uma janela de oportunidade para o fazer) .
A aceitação de um horário adaptado apenas necessita de 75% dos empregados abrangidos para ser aceite por todos. Quanto às faltas justificadas existe o direito a 30 dias/ano para assistência a filho menor de 12 anos ou 15 dias/ano no caso de filhos com mais de12 anos e um adicional de 15 dias/ano no caso de se tratar de família directa. Existem também diferenças importantes na duração dos contratos: Os contratos a termo podem ser renovados até um máximo de seis anos, limitando as renovações até três anos. A duração dos contratos a termo incerto passa a estar limitada a seis anos. Existe um novo contrato intermitente em que apenas durante uma parte do ano existe trabalho, mas é mantido o vínculo laboral durante o resto do ano. A duração é negociada, mas nunca inferior a seis meses por ano a tempo completo (dos quais pelo menos quatro meses devem ser consecutivos). A Formação passa a ser obrigatória também para os contratos a termo. Deste modo, cada trabalhador tem direito a 35 horas de formação anual (que pode ser realizada nos dois anos seguintes). Espera-se que estas novas regras sejam utilizadas a favor de empregadores e empregados, isto é, visando o fomento e desenvolvimento da actividade económica e a qualidade do trabalho
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março 12, 2008
Mapa de incidentes à escala global
O mapa apresentado apenas torna mais visível estas características do mundo e a forma como o lugar onde nós vivemos é cada vez mais um lugar partilhado, relacionado e dependente de "um bater de asas de borboleta" algures no mundo.
Ver o mapa em http://www.globalincidentmap.com/home.php
Dica de um amigo... (obrigado Filipe S.!)
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março 10, 2008
Apresentação em Amarante
Nessa apresentação foi defendida a importância crescente dos recursos humanos como o referêncial de competitividade mais influente e aquele que tem de ser acautelado numa sociedade cada vez mais globalizada e que torna todas as diferenças cada vez mais relativas.
A apresentação pode ser consultada aqui
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fevereiro 20, 2008
Comunicação convidada
Título e resumo da comunicação:
Território: implicações do digital
O território é central à nossa civilização e identidade. Com ele, nos identificamos em nascimento e, por ele, as sucessivas gerações atribuem em herança bens, lugares e memórias que se corporizam numa cultura própria. É também nos territórios que estão os recursos e se centram os conflitos, conforme a história nos mostra, protegendo e modificando fronteira e tomando nas suas delimitações soberania e regras próprias. O digital, nomeadamente a crescente dominação de informação e mesmo de conhecimento em formato digital vem alterar os referenciais caracterizadores do território, exigindo uma sua reconceptualização. A emergência de um novo conceito de território é ainda mais necessária face ao fenómeno da globalização. É com base nestes aspectos que são discutidas as implicações do digital no território.
Eis o cartaz do evento:

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dezembro 09, 2007
Info sobre o QREN
Ver em http://apoiosqren.blogspot.com/
No contexto do Norte do país, vale também a pena consultar o site associado com o programa operacional do norte: http://www.ccdr-n.pt/novonorte/
Por último, também se pode consultar o site do Quadro de Referência Estratégico Nacional (a origem da sigla QREN): http://www.qren.pt/
Um pequeno desafo:
Pessoalmente, mais uma vez, fico com a ideia de muito rebuscamento e complexidade, com pouca adesão à realidade no sentido que se deveria mobilizar a capacidade não para estudar regimentos, regras, regulamentos e outras "coisas", mas para FAZER e CONCRETIZAR. São ainda assim, poucos os que compreendem este jargão europês e deveriam estar mais concentrados em algo que não interpretar, preencher papéis e assuntos afins.
Parecem-se poucos com capacidade de fazer e saber como se faz...
Parecem-me menos ainda por via de se insistir em modelos de atribuição de fundos reforçadamente administrativos e sem a mínima adaptação ao contexto das capacidades, competências e realidade socio-económica nacional.
Teremos assim mais e muito dinheiro para comandantes de barco, pouco para remadores e quase nenhum para fazer ser, saber fazer e para formar uma identidade; designar estratégias (uma integral); formar líderes e gestores; desenvolver uma cultura de disciplina e pagar trabalho e não taxar este.
Entretanto, haverá quem terá mais juízo, estude e leia esta papelada com esperança de viver mais uns anos de percentagens, influências e outras movimentações num teatro de sombras que já não anima esta nossa economia... apenas a adia.
Com certeza que em 2013 poderemos fazer um balanço (que apesar de todas as dúvidas quero acreditar que possa ser positivo).
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dezembro 03, 2007
Tecnologia de cariz nacional e do Porto
Segundo informações fornecidas, o novo aparelho permite visualizar perspectivas com fotos a três dimensões (fachadas dos edifícios), constituindo um benefício adicional a casos como o Google Earth e resulta de uma parceria com a Blom, especializada na captação de imagens para sistemas de navegação.
As localidades disponíveis incluem a Grande Lisboa e o Grande Porto entre outras, num total de 20 localidades. Existem igualmente imagens de 900 cidades da Europa e de 400 cidades nos Estados Unidos.
O G300 está à venda em Portugal por 400 euros (talvez o primeiro telemóvel de origem nacional). Parabéns João e Eduardo!
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dezembro 01, 2007
Estatísticas sobre a sociedade da informação
Embora de Dezembro de 2006, a publicação “A Sociedade da Informação em Portugal 2006" preparada sob coordenação da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento e do INE – Instituto Nacional de Estatística, no âmbito do Conselho Superior de Estatística, vale a pena ser consultada:
Ver o documento completo
Esta publicação apresenta as principais estatísticas na área da Sociedade da Informação produzidas pelas entidades:
UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento,
INE – Instituto Nacional de Estatística,
ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações,
GIASE - Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo
OCES - Observatório da Ciência e do Ensino Superior (para consultar estatísticas com muito interesse associadas com o nosso sistema de ensino superior)
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novembro 12, 2007
Apresentações na CLAD
Duas delas, foram associadas com o impacto das cidades digitais e o digital na gestão das autarquias.
Eis as apresentações efectuadas, em complemento dos artigos apresentados:
Gouveia, Luis. (2007). Uma perspectiva orientada ao território para o local e-government.Painel “As autarquias na era da informação: o governo electrónico local”. 31 Outubro. 12ª CLAD. Santo Domingo.
Gouveia, J. Borges e Gouveia, Luis Borges (2007). Resultados de uma abordagem de cidade digital para a administração local. Painel “As autarquias na era da informação: o governo electrónico local”. 31 Outubro. 12ª CLAD. Santo Domingo.
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novembro 11, 2007
O sistema Galileu
As vantagens de um sistema europeu devem (ou deveriam) ser evidentes pelo maior controlo de uma tecnologia infra-estruturante que é base de serviços de localização e permite a rastreabilidade de um número alargado de pessoas e objectos.
Actualmente, os benefícios do uso de um sistema de localização são evidentes e estão em fase de popularização no que concerne, por exemplo, ao seu uso nos automóveis e sistemas de localização e orientação em viagem. Muitos são e podem ser os usos tanto no contexto empresarial como numa vertente mais associada com a gestão do território e de protecção civil, só para fornecer alguns dos usos mais evidentes e actuais.
Um vídeo sobre o sistema Galileu, alternativa ao GPS, no Youtube:
Um vídeo sobre o Americano e bem conhecido de todos nós GPS
O conceito associado com os sistemas de posicionamento terrestre:
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novembro 05, 2007
Uma petição para o meu terrítório
Eis um excelente exemplo de participação e cidadania, em que o território é a referência comum.
Nestes casos, a mobilização dos interessados, embora digital, tem uma associação temática, mas também física, sentindo o espaço que ocupam como algo que devem assumir e partilhar. Desse modo, não posso deixar de passar a mensagem que recebi e que subscrevo.
Já que não temos hipóteses quando olhamos para baixo será que olhando para cima não conseguiremos o favor de dinamizar o aeroporto Sá Carneiro. E uma petiçãozinha na net não ajudará muito mas pode pelo menos deixar as nossas consciências mais descansadas... hoje JÁ FIZEMOS ALGO!!
Portanto, para que todos possamos beneficiar de mais vôos a partir do Porto para novos destinos por toda a europa, é crucial que a Ryanair tenha uma base no porto - algo que tem vindo a ser estudado nos últimos 2 anos, mas que infelizmente ainda não foi concretizado.
Ao assinar esta petição online, estamos todos a contribuir para a expansão do turismo no porto e a aumentar as possibilidades de todos voarmos a preços baixos para novos destinos - já para não falar na ajuda à criação de 60 novos postos de trabalho no aeroporto do porto.
Assinar a petição: http://www.petitiononline.com/ryanhub/petition-sign.html
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outubro 27, 2007
Conferência eleaders da CISCO
Entre diversas apresentações com interesse, tive a oportunidade de ler um documento designado por Tech Republic 2.0 que sendo um documento da Cisco, apresenta as questões associadas com a Web 2.0 e o seu impacto para a governação do território com muita pertinência e interesse.
Para quem o desejar ler e saber mais das suas propostas, pode recorrer ao site.
O evento realizado na cidade do Porto, mostra quanto esta cidade tem potencial como espaço de marca para receber eventos deste tipo. É agora necessário investir em pessoas que possam justificar a vinda de perfis como os da Cisco, que exigem bem mais do que espaços simpáticos e de qualidade.
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